Eu vou ter de começar esta crónica de uma maneira muito simples: AHAHAHAHAHAHAHAH!!!! Pronto, já está.

Rir-me de quê perguntam vocês? Bem, rir-me do incompreensível que é ter árbitros portugueses em frente a imagens adulteradas, a verem o seu próprio clube a jogar contra uma equipa que veio da segunda divisão e demonstrou as fragilidades e incompetências de um clube que se designa o maior de Portugal. Rir-me da vergonha que é beneficiar tudo e todos que vestem de vermelho. Rir-me como é que se expulsa um jogador por um pénalti inexistente! E rir-me a ver o decaimento de equipas que dizem que vão lutar pelo título!

Agora que já falei de estrume posso dar-vos um pouco do nosso perfume Conceição. O nosso mister vai para a frente de uma equipa que o ano transacto conseguiu fazer-nos sofrer. Achamos isto mal, agora. Mas recordemos que o ano passado tínhamos um jogo que parecia um miúdo de 4 anos com um comando da PlayStation 1 a jogar na PlayStation 4, sem se aperceber que não podia controlar nada.

Este ano, a história é outra. Temos muitos ovos iguais, mas a omelete é outra!

Entrar para vencer e não para sofrer!

Penso que este era um bom lema para se adotar não acham? É em tudo igual ao que Sérgio Conceição é: um aguerrido guerreiro que sempre que entra em campo se a sua equipa não sair de lá com pedaços de relva no meio dos dentes, então não fez tudo o que devia ter feito! Esta é a nossa mística!

Este ano o FC Porto entra em campo para fazer golo, o mais rápido possível! Entra em campo com uma ideia clara, e quando é preciso mudar a ideia, como aconteceu em Braga, faz-se e acontece. Não andam jogadores perdidos, não andam jogadores a achar que tudo está errado. Os jogadores confiam no treinador, e confiam de uma maneira que se ele lhes disser:”Amigo, o melhor é ires embora…” eles vão! Basta olharmos para o Depoitre.

Bom jogo companheiros Dragões!

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