Já se perspetivava uma deslocação difícil a Santa Maria da Feira mas adensou-se a preocupação de que uma noite difícil vinha a caminho quando saiu a nomeação do Padre Fábio Veríssimo para apitar o encontro. E assim foi!

VARissimo ou Veríssimo?!

VARissimo, perdão Veríssimo, fez de tudo para que os dragões não trouxessem os três pontos do Marcolino de Castro, perdoou expulsões aos da casa, uma dualidade de critérios gritante, penálty claro para o Porto transformado em amarelo por simulação e uma expulsão de Felipe totalmente descabida.

Mas foi, já perto do final do encontro, que a atuação da cópia de Calabote teve o seu ponto alto de descaramento e falta de seriedade. Apesar de todos os erros, já citados anteriormente, nenhum demonstra melhor, a falta de vergonha que foi a arbitragem do Feirense-Porto, do que o livre indireto assinalado contra os azuis e brancos já, bem, para lá da hora de jogo.

A imagem de um homem desesperado, desnorteado sem saber o que poderia fazer mais para impedir que um clube ganhasse o jogo foi revoltante. A forma como o vimos andar com a bola na mão até ao local onde ia ser marcado o livre desrespeitando a instituição F. C. Porto é inadmissível.

Nós, portistas, já nos costumamos habituar a sofrer na pele estes roubos, roubos de igreja liderados por padres ao serviço de quem nós bem sabemos.  Mas não o podemos permitir, nós somos o Futebol Clube do Porto e connosco ninguém brinca!

Rumo aos Aliados!

Ao pasquim que andou de apito na boca a tentar lixar-nos a vida só temos a dizer “tens de fazer mais, muito mais” para nos travar porque nós somos unidos e nada nos vai parar até chegarmos ao nosso objetivo final!

Esperemos nunca mais ver este senhor nos jogos do nosso Porto nem em mais nenhum campo de futebol.

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